Cap. 02 - Colonização

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Cap. 02 - Colonização

Mensagem  Admin em Sex Ago 31, 2012 10:05 pm

Apesar das visitas de exploradores como James T. Thompson e Jacques Moreau à região, o assentamento de Nova Veneza só começou quase um século depois de seu descobrimento. Um braço da Companhia Veneziana de Peles, de propriedade da família Polo, estabeleceu-se na Isola Madre em 1609, aproveitando as rotas já abertas pelos caçadores que usavam a cabana de caça.
Em 1640, nova Veneza já havia se tornado um dos principais destinos de imigrantes artonianos. Em 1641, a pequena vila foi elevada a categoria de cidade.
Indivíduos e famílias de diferentes nacionalidades rumaram para assentar-se na Alta Baía do Polo e em diferentes margens do Lago Talskan, criando pequenas comunidades semi-independentes. Próximas entre si devido às necessidades comuns da província, mas ainda assim distantes o suficiente para garantir a individualidade de cada uma. Essas comunidades deram origem aos diferentes condados que hoje são distritos de Mega City.

Além da Ilha de Nova Veneza

Apesar de a colonização da região ter começado pela Isla Madre, a ilha de Nova veneza era defato o centro da província, principalmente depois do término da construção do Forte Veneza, em 1623. Entretanto a Isla Madre e a Ilha de Veneza não eram os únicos pontos propícios à habitação na região. A cidade de Nova Veneza em si ocupava apenas a ponta leste da ilha.
No extremo oeste da ilha de Nova Veneza ficavam os colonos norte-artonianos, em uma área chamada "O Conde". A vila inglesa era fisicamente separada da colônia italiana tanto pela distância quanto pelo Rio do Conde, que ainda hoje corta a Ilha de norte a sul, ligando o Rio Polo com o Rio Thompson. A comunidade britânica gozava de uma privilegiada localização estratégia, entre Nova Veneza e o resto do continente, onde as atividades comerciais com os indígenas eram muito mais intensas.
Ao sul da Ilha de Nova Veneza ficam duas outras áreas, ambas de grande extensão. A primeira ainda hoje chama-se Palladio, em homenagem ao grande arquiteto oeste-artoniano Andrea Palladio. Apesar de a maioria da população na época ser de origem italiana, Palladio sempre recebeu muitos imigrantes de outras origens, a ponto de hoje ser um dos lugares mais cosmopolitas do mundo.
A segunda área ao sul da Ilha de Nova Veneza, a fronteira com Palladio em direção ao oceano para o leste, chama-se Nova Roterdã. De maioria nordeste-artoniano, o distrito recebia colonos com frequência, que distribuíam-se entre esses 6 assentamentos espalhados pela região. Os holandeses estavam interessados especialmente no comercio de peles com os nativos.
Logo ao norte de Nova Roterdã, do outro lado d'O Estreito, ficava a área de Nova Memphis. Apesar de ficar às margens do oceano, Nova Memphis foi a área menos ocupada pelos europeus, e manteve a maior população taquapy durante o período colonial. Mesmo hoje, as pessoas ainda referem-se a Nova Memphis como "O Condado Esquecido", por não ter nenhum destaque na história da região.
Ao norte da ilha de Nova Veneza e diretamente a oeste de Nova Memphis ficava a área de Belluno (hoje Cidade de Todos os Santos), Belluno era a principal destino dos sudoeste-artonianos.
Embora cada área da região tivesse nome e sua população fosse formada por colonos oriundos de nações diferentes, a província como um todo era coletivamente chamada de Nova Veneza, e a cidade de Nova Veneza era o coração e centro administrativo da província. Entretanto, embora em geral benefício, esse distanciamento entre as diferentes vilas da da região também escondia ameaças imperialistas.
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